quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
ChristMAX
Minha tecnica de sobrevivencia e viver 1 dia de cada vez, aproveitando ao maximo o meu tempo livre, me divertir sempre que possivel, e malhar bastante pra voltar para o Brasil gostosissimo, logico!
O Natal la em casa vai ser diferente tambem, sem o meu humor caracteristico, mas com a presenca do Diego, meu sobrinho novissimo no pedaco.
Meu presente chega em janeiro, diretamente de Cozumel, minha primeira surpresa para quando voltar para casa.
Hoje o trabalho deixa de ser tao penoso, a depre nao e mais tao valorizada, isso porque sei que e passageira, e os novos amigos estao cada vez mais proximos, uma galerinha que eu nunca mais vou esquecer, e sem eles as coisas seriam muito mais dificeis.
E fico por aqui, desejando uma festa de muitas alegrias a todos. Apreciem suas familias e bons amigos, sem moderacao.
Saudades...
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Nao abandonado nem abandonando
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Happy birthday Max
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Aprendendo a domar cobras
Retifico que nao quero AT ALL entrar no campo de religiao, auto-ajuda ou fisica, talvez um pouco de cada coisa, mas defendendo basicamente o meu ponto-de-vista, baseado na minha percepcao dos fatos, e como isso aqui ficou muito tecnico!
No meu antigo mundinho eu ja tinha superado pelo menos as minhas insegurancas basicas. Vamos colocar assim, ao menos eu sabia que tipo de merda eu era, e que existem diferentes tipos de cores, texturas e cheiros. E VIVA aos bons exemplos que realmente fixam na nossa cabeca!
Nesse novo mundinho pelo qual transito atualmente minhas antigas insegurancas vem a tona, e me sinto meio "like a virgen" em alguns momentos, e pelo menos foi assim no comeco.
Quando voce ingressa num business como esse tem a impressao de que vai encontrar pessoas com o seu perfil, espiritos livres, gente que fugiu do considerado "mundo real" para seguir o seu proprio rumo, dentro das suas proprias regras. Ok, deixando de lado a poesia de propaganda de cigarros, TUDO BESTEIRA, os babacas tambem estao aqui, aos montes!
Se voce e novo, jovem, bonito e talentoso torna-se um alvo facil para os parasitas, e ja vivi isso inumeras vezes na minha vida. Existem aqueles que "gentilmente" pegam emprestada a sua "luz", o que considero uma relacao saudavel, outros tentam desesperadamente rouba-la de voce, mas acabam como copias baratas, risiveis, de dar pena (e nem estou sendo cruel, believe me). Os mais perigosos sao aqueles que se incomodam com o seu talento, mas sao cientes das suas proprias limitacoes, e tentam a qualquer custo TE FUDER, no portugues claro e cristalino.
Eu cheguei aqui timido e receptivo, coracao aberto e preparado para as regras de exercito e pressoes do trabalho, e olha que tirei tudo isso de letra! So nao contava com um covil de cobras... Please, tambem encontrei gente OTIMA, que em menos de 1 mes ja se tornaram amigos de uma vida inteira, incrivel!
Fiquei sinceramente impressionado com a cultura mesquinha e primitiva que reina por aqui. O povinho que trabalha comigo faz a mesmissima coisa ha 2, 3, 6 anos, e alguns se acham o maximo por isso, e fazem questao de revirar os olhinhos ou rirem da gente quando cometemos algum erro.
Mamae me mata, mas nao vou fazer o joguinho de ser amiguinho de cobra nao. Nao consegui ser assim ate os 30, entao larquei de mao. Refinei minha tecnica, transmito a mensagem sutilmente, na subliminar, e adoro ver a carinha dos coitados querendo me matar, acho uma delicia!
Para sobreviver aqui sem perder a personalidade e nao virar comida de tubarao tenho que me manter longe dos coitados, engolir sapos, processa-los e depois arrotar bolhinhas de sabao na cara deles, e ser feliz com o que e com quem vale a pena. Alem de ganhar meu dindin, viajar pra caralho e beber muita Marguerita, Pina Colada e afins em aguas caribenhas... Porque eu posso!
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Mais causos de um marinheiro de sangue quente
terça-feira, 4 de novembro de 2008
No meio de algum lugar em lugar nenhum
20 dias atras
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Max and the Sea

Assumi muitos dos meus lados, o obsessivo, o controlador, o narcisista, além disso, finjo não ser tão adorável, tenho freqüente repulsa de ser sentimental, hora penso que sou um frio e cínico megalomaníaco, hora que sou simplesmente um garotinho carente e patético tentando se encaixar.
Dramas a parte (porque a vida seria muito “sem sal” para alguém como eu) tenho uma coleção de momentos frustrantes, quando achei que daria um grande salto em direção a algum lugar, mesmo que não fosse o ideal, mas pelo menos diferente, dei foi com a cara em algumas paredes.
Passada minha contemplação pós-trauma, vivenciada com minhas melhores e mais dramáticas lágrimas e frases de efeito entoadas com minha voz de ator shakesperiano (uau, eu merecia um Oscar!), caí de novo na rotina, tentando fazer dos meus tombos números de pastelão, meus romances frustrados em dramas épicos e minhas fugas noturnas em aventuras do underground, algo meio Spin City.
Escrever esse blog foi meio que revelador pra mim. Sempre fui de escrever e depois rasgar tudo, nunca achei que seria bom o suficiente, ou então fiquei com medo de desvelar uma faceta cuidadosamente mantida no mistério, bullshit!
Foda-se! Ninguém leva tão a sério assim. Algumas pessoas riem, outros se identificam ou me criticam, e inesperadamente ACHO DIVINO! Outro dia uma amiga me disse que ela e mais outro amigo adoravam rir dos meus textos (sim sim, você mesma baixinha), por um segundo eu pensei “mas será que era pra rir?”.
Sim sim, novamente, esse foi exatamente o espírito da coisa! A vida é tão cheia de possibilidades, mas ao mesmo tempo TÃO limitada que eu tenho achado muito digno rir bastante, e me permitir.
Minhas experiências tão frustrantes me prepararam para o dia de HOJE, tornaram possível eu dar esse pulinho que estou dando. Meus trabalhos odiosos sem querer abriram as portas pra uma nova experiência, minha relação de amor e ódio com minha família me preparou pra encarar novas dificuldades dando o tom certo, dramatizando só pra dar uma “moldura” (I’m sorry, não abro mão disso...), mas sendo totalmente dispensável se eu quiser.
Nunca vou fugir da minha fantasia, sempre associarei um lindo pôr-do-sol a um belíssimo modelo de “sunglasses” e taças de vinho (ou um Fruit de La Pasion geladíssimo!) numa praia belíssima, mas vou soltar muito “puta que pariu” reclamando da queimadura de sol.
Estar pronto pra viver? Isso não existe, é um mito. Saber viver sua natureza é que é bom demais. Eu vivo com os pés no chão, mas sou um sagitariano chato pra cacete, performático, de nome chique e pés chatos.
Cansado desses palcos me lanço numa aventura muito verdadeira em qualquer lugar. Autoconhecimento ou trabalho escravo? Os dois juntos, pode ser? Sem querer abraço uma nova oportunidade na minha vida, deixando pra trás meus antigos enredos e escrevendo como faço nesse blog, de qualquer jeito, sem afinação, ou limites (inclusive para o tamanhão dos textos).
Sorry, não sou Clarisse nem Jabor, sou Max, me tornando “Minimum” num mundão grandão.
Vou tentando escrever por aí, primeiro no papel (não vai ter mais aquela classe de Carrie Bradshaw nem as correções do Windows, mas vai ter toda uma dramaticidade que é a minha cara!), depois passo tudo pra cá, prometo!
Ah, ainda sem data, mas até o final do ano, hope so!
domingo, 31 de agosto de 2008
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Várias coisas...

segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Fui eu quem bebeu e comeu a Madonna

domingo, 17 de agosto de 2008
Frases que não escrevi
"Fátima você é uma cachorra! Mas eu eu eu... Eu gosto de cachorro! A Brigitte Bardot não gosta de foca? Então, eu gosto de cachorro!"
"O que que o Marco Aurélio tá fazendo aqui? Eu tô louca ou eu entrei numa maquina do tempo? Ô Marco Aurelio, a gente ainda tá casado? Que ano é hoje?"
Helena Roitman - Vale Tudo
"I am Catwoman, hear me roar!"
"You poor guys. Always confusing your pistols with your privates."
Catwoman: "You're the second man who killed me this week, but I've got seven lives left."
Batman: "I tried to save you."
Catwoman: "Seems like every woman you try to save ends up dead... or deeply resentful. Maybe you should retire."
Selina Kyle: "It's the so-called "normal" guys who always let you down. Sickos never scare me. Least they're committed."
Batman Returns
"Tenho que continuar respirando porque amanhã o sol nascerá. Quem sabe o que a maré poderá trazer?"
Tom Hanks - Náufrago
"A diferença do amor e o ódio é que por ódio você mata... por amor você morre!"
Saída de Mestre
"O homem é tão atroz quanto criativo."
Uma Mente Brilhante
"Na vida há tempo para se arriscar e tempo para se ser cauteloso, e um homem sensato sabe qual é a altura certa para cada uma destas coisas."
A Sociedade dos Poetas Mortos
"Tudo é uma versão de outra coisa."
"Mentir é a melhor coisa que uma mulher pode fazer sem tirar a roupa, mas fica melhor se ela tirar!"
Closer
"Só melhoramos se jogarmos com alguém melhor do que nós."
Match Point
"No jogo da sedução só existe uma regra: nunca se apaixone."
Segundas Intenções
"E a fera fitou a face da beleza. E a beleza acalmou a fera. E a partir desse dia a fera perdeu a imortalidade."
King Kong
"O maior truque do Diabo foi dizer ao homem que ele não existia."
Fim dos Dias
"Trabalhamos em empregos que odiamos para comprar porcarias de que não precisamos."
Clube da Luta
"Façam um ótimo café da manhã, pois esta noite jantaremos no inferno!"
300
"Olhe para nós: Eu congelado, você morta e mesmo assim ainda te amo."
"Nos encontramos em outra vida, quando virmos como gatos."
Vanilla Sky
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
Enquanto isso, numa madrugada fria...

Da última vez foi algo recente, acho que periodicamente me permito esse tipo de entrega, fazia tempo que não acontecia... A diferença das outras vezes foi que dessa vez soube lidar com maturidade, pelo menos fico me repetindo que foi assim. Ao menos sofri bem menos, acho que amadurecer acaba sendo um paliativo para a dor, você cria o seu enredo racional, se convence de que foi o melhor a fazer e ponto, assunto encerrado.
Sempre digo aos amigos que o sofrer é igual ao dos 10, 15, 30, 50 anos... Mas vamos racionalizando tudo, nos entorpecemos até esquecermos, seja com desculpas, trabalho, álcool ou uma distração sexual qualquer, cada um sabe de si.
Depois da minha primeira desilusão amorosa de adulto aprendi essas “técnicas”, fiquei mais esperto, mas o estranho foi que fiz uma tatuagem enorme no braço, acho que com um significado que foi ficando cada vez mais interessante à medida que eu explicava o meaning para alguém, mas que significa, simplificando, que ainda vou me permitir algumas tentativas na minha vida, mesmo sabendo dos riscos que corro.
Fiz essa escolha porque ainda acredito no que já senti por alguém, aquela sensação que o filme me remeteu e deixou com os olhos cheios de lágrimas. Odeio me sentir um romântico, como já me disseram alguns que leram meus textos, detesto ainda mais quando, tendo tanta coisa pra encaminhar na minha vida, ainda tenha que pensar nisso, porque é um assunto que sempre vem à tona, algumas vezes por dia.
Uma confissão: todas as noites ao dormir, desde criança, fecho os meus olhos e imagino alguém comigo, sinto o calor desse corpo que eu não sei qual é, fico imaginando o cheiro, o olhar... Coisa de doido, eu sei! Mas não consigo evitar.
Fui me tornando alguém que às vezes não reconheço, e me assusta perceber que muitas pessoas me vêem assim também. Será que ficou tão difícil assim de me enxergar, será que me escondi tão bem assim?
Se me dispo por completo fico vulnerável demais, acabo me cobrindo de sangue e me jogando aos tubarões (uau, isso foi dramático,às 3h34 am e estou me superando!), mas se continuo tão coberto, corro o risco de nunca ser encontrado pela pessoa certa (!).
Como saber dosar? Ou devo simplesmente esquecer o assunto e move on?
Amigos

Ok, impossível não concordar com alguns destes “conceitos”, mas pensando em amigos, eu diria que existem suas variantes. Na prática a coisa é um pouco diferente, pelo menos pra mim.
Não fui nem uma criança nem um adolescente de muitos amigos, acho que não me enquadrava nas “panelas”, não chegava a ser apagado (isso, aliás, nunca fui), mas digamos que a popularidade nunca tenha sido meu forte, até então. Eu chamava a atenção pela polêmica, era ousado em expor minhas idéias, batia de frente com os professores, mas isso nunca me rendeu um convite pra alguma programação fora da escola, talvez algumas poucas vezes, mas eu não tinha meu grupinho, interagia com todos, superficialmente.
Os “Nerds” me aceitavam até certo ponto, eu não era “CDF” como eles, fora que tinha certa vergonha de andar com aquela gente meio ensebada, e totalmente conformada. Os “Pop’s” me deixavam chegar perto, meu humor abria rodinhas, mas não demorava muito até que me excluíssem ou fossem cruéis comigo, basicamente me colocando no meu devido lugar.
Os anos foram passando, fui-me “desentortando”, mas mantendo bastante estilo, e nos tempos de teatro passei a ser sensação. Ao contrário da escola eu era disputado a tapas para algum trabalho de improvisação ou exercícios de aula, muitos admiravam minha coragem, minha inteligência criativa e meu humor. Eu posso dizer tranquilamente que só comecei a fazer amigos depois dos meus 16 anos, e graças ao teatro.
Talvez a tendência fosse a de “abrir as pernas”, deixar que qualquer pessoa entrasse na minha vida, mas aconteceu justamente o contrário. O Max perdeu o ar frágil, aprendeu a se defender e passou a fazer bom uso da voz (agora) grave, estabelecendo regras rigorosas para qualquer tipo de relação de proximidade.
Arrogância minha? Talvez. Dramático demais? Certamente sim, vindo de mim. Acho que simplesmente, depois de passar anos sendo deixado de lado, acabei me acostumando a ficar sozinho, e hoje escolho em que degrau qualquer pessoa pode alcançar numa escala de proximidade comigo.
Por fora eu sou a pessoa mais easy going possível, abraço todo mundo, sou muito querido e tenho no mínimo muito respeito por todos. Olhando mais de perto posso ser bastante complicado.
Tenho amigos que eram irmãos, mas perdemos um pouco a sintonia, os interesses não parecem mais os mesmos. O sentimento permanece intacto, mas não temos mais tanto em comum.
Tenho amigos que às vezes parecem amigos, outras simplesmente um passa-tempo. Vou observando, levando em conta que as pessoas são diferentes, me fazendo de surdo, cego e burro, dando os sinais. Dizer que é amizade para a vida toda, não sei dizer...
Já deixei amigos para trás, não segurei a onda de uma situação que, pra mim, foi traição. Fui muito criticado, acho que não pensei em toda uma “estrutura” que tínhamos que foi abalada. Perdão a todos os envolvidos, mas já presenciei prédios maiores serem derrubados, inclusive em cima da minha cabeça, sobrevive-se.
Ainda tenho dúvidas, sinto falta, mas quando as pessoas são tão fechadas fica difícil saber com quem estou lidando. Arrisquei-me por tempo demais, bastou MAIS UMA derrapada pra eu não deixar passar.
Acho BÁSICO termos amigos, devo muito a alguns que tenho, ou que já passaram pela minha vida. Faz tempo que perdi essa coisa de “amigos para sempre”, acho que fui congelando por dentro, não sei se o meu problema é esperar demais, criar grandes expectativas, não sei mesmo.
Realista que sou (ou dramático...) gosto de conhecer as pessoas, procuro respeitar a todas, vou tentando amadurecer e afrouxar a armadura, mas como sempre vou tentando ser MEU melhor amigo...